Passar para o Conteúdo Principal
Top
Logótipo
  • Facebook
  • Youtube
  • Twitter
  • RSS feed

RESIDÊNCIA ARTISTICA DE ALBERTO RODRIGUES MARQUES

RESIDÊNCIA ARTISTICA DE ALBERTO RODRIGUES MARQUES
3m1a1602_1_1024_2500
01 a 31 Jul
Adicionar a calendário 2022-07-01 00:00:00 2022-07-31 00:00:00 Europe/Lisbon RESIDÊNCIA ARTISTICA DE ALBERTO RODRIGUES MARQUES Evento

Inauguração, no Palco do Casal, está agendada para 1 de julho, pelas 19H00

Um Mural comemorativo do 40º aniversário do Festival de Vilar de Mouros 1982, numa intervenção artística de Alberto Rodrigues Marques, no âmbito do Touring Cultural - Aldeias do Minho, está a ser ultimado no Palco Histórico, no Largo do Casal, em Vilar de Mouros e tem inauguração agendada para1 de julho, pelas 19H00.

O EDP Vilar de Mouros está de volta este ano, nos dias 25, 26 e 27 de agosto, com um programa em grande parte já anunciado e que inclui concertos que se adivinham extraordinários. Nessa altura já se terá completado na verdade mais de meio século sobre o mítico festival, que é o mais antigo de Portugal e não só. Vilar de Mouros fez história em Portugal e na Europa. À exceção de Inglaterra, o festival caminhense foi uma novidade e durante três fins de semana de agosto de 1971, o “Woodstock português” havia de marcar a música internacional.

A passagem dos 50 anos foi celebrada dentro do que era razoável, tendo em conta a situação pandémica, mas o festival é composto por muitos “marcos” e um deles é sem dúvida 1982, quando foi relançado, depois da última edição em 1971 e um regresso falhado em 1975, na complexidade do pós-25 de Abril.

Na história fica o gigante Festival de Vilar de Mouros 1982, sobretudo porque foi o relançamento do festival, numa aposta da Câmara Municipal de Caminha, que se fez acompanhar de várias pessoas cujo nome ficará para sempre associado a este evento, como António Barge e o maestro António Victorino d’Almeida. Pelo palco passaram nomes como os internacionais Echo & The Bunnymen, Durutti Column, Mikis Theodorakis e portugueses como Carlos do Carmo, Jáfumega, Adriano Correia de Oliveira, GNR ou Roxigénio. De todos ficaram muitas e boas recordações, mas há uma muito particular: os U2, estreantes em Portugal nessa altura, que atuaram na última noite do festival, a 3 de agosto.

O Festival de Vilar de Mouros viria a sofrer outras vicissitudes e outras interrupções, temendo-se por várias vezes o seu desaparecimento, até porque, entretanto, outros festivais surgiram, um pouco por todo o país. Regressou para ficar, já com o atual Executivo da Câmara Municipal.

No próximo dia 1 de julho, o Mural de Alberto Rodrigues Marques será mais uma marca e uma memória de uma das mais importantes edições. Foi há 40 anos.