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Projeto Base da Fase 1 - Requalificação da Frente Ribeirinha de Caminha pronto para candidatura a fundos comunitários

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Projeto Base da Fase 1- Requalificacao da Frente Ribeirinha de Caminha 4
20 Março 2014
O Projeto Base da “Fase 1 - Requalificação e Revitalização da Frente Ribeirinha de Caminha” está em condições de ser submetido a fundos comunitários, caso a administração central abra uma linha de financiamento. O Projeto Base da Fase 1 foi ontem aprovado, por unanimidade, em reunião de câmara.

O Projeto Base da "Fase 1 - Requalificação e Revitalização da Frente Ribeirinha de Caminha" está em condições de ser submetido a fundos comunitários, caso a administração central abra uma linha de financiamento. O Projeto Base da Fase 1 foi ontem aprovado, por unanimidade, em reunião de câmara. "O nosso empenhamento para aprovarmos este projeto é no sentido de termos todas as condições para nos candidatarmos às últimas oportunidades do QREN. É de elementar justiça que Caminha veja valorizada a sua frente ribeirinha", salientou Miguel Alves no momento em que apresentou a proposta.

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A Requalificação e Revitalização da Frente Ribeirinha de Caminha é uma obra estruturante e importante para o concelho e há muito ansiada pelos caminhenses. Atualmente, a marginal de Caminha está envelhecida e desgastada e não se adequa às necessidades dos dias de hoje. Esta obra de revitalização da frente ribeirinha vai permitir melhorar o dia a dia dos munícipes e visitantes e colocar Caminha no mapa turístico de locais a visitar.

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O executivo caminhense votou favoravelmente o Projeto Base da "Fase 1- Requalificação e Revitalização da Frente Ribeirinha de Caminha". Este era um momento importante. Só agora, depois de aprovada a Fase 1, se poderá avançar com o respetivo Projeto de Execução e a Polis Litoral Norte estará em condições que lhe permitam proceder à abertura do procedimento de contratação pública e concorrer aos fundos estruturais do QREN.

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Miguel Alves tem consciência de que esta é uma obra há muito desejada pela população e que há muitas expetativas, contudo clarifica e explica: "só haverá primeira fase da frente ribeirinha da vila de Caminha se tivermos financiamento comunitário para isso. A Câmara Municipal de Caminha não tem capacidade sozinha para acorrer a uma obra que pode atingir uma dimensão, já nesta primeira fase, em torno dos 2,5 milhões, 3 milhões. Sabemos que há uma expetativa e que as pessoas não querem que seja defraudada outra vez."

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Embora sem certeza, o presidente está otimista: "vamos conseguir financiamento, mas não tenho a certeza que isso possa acontecer" e lembra: "não é uma decisão nossa, é uma decisão da administração central na gestão dos últimos dinheiros que existem do QREN. Eu acho que o Governo quer estar connosco de modo a dar coerência ao projeto da Polis Litoral Norte. Nós com a aprovação fizemos a nossa parte. Por tudo isso vamos merecer que o Governo, a ON2, a administração central abra uma linha de financiamento à qual possamos acorrer com este projeto".

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"Esta é uma obra importante para a vila e para o concelho. É uma obra que irradia competitividade", rematou Miguel Alves.

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Esta obra vai permitir colocar Caminha no mapa turístico de locais a visitar

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A Fase 1 - Frente Ribeirinha abrange todo o perfil da EN13, desde o rio até aos limites junto aos prédios e floreira que delimita o lado Este da EN13, incluindo a via de acesso ao conjunto residencial a Norte da unidade hoteleira "Portas do Sol", Bairro dos Pescadores e Cais da Rua (Cais dos pescadores).

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Para além da proposta de sistematização rodoviária e alargamento dos passeios, na área da Matriz está igualmente prevista a colocação e redistribuição de elementos escultóricos.

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No Largo da Feira prevê-se o realinhamento diretriz para alargamento do passeio/ecovia com aplicação de escadaria no paredão. Este realinhamento vai permitir um melhor encaixe com o eixo da nova rotunda, junto ao Posto da Guarda Nacional Republicana Fiscal e alargamento do passeio da marginal ao longo da frente que acompanha o Largo Pontault-Combault, vulgo Largo da Feira.

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A área do Bairro dos Pescadores engloba o alargamento da EN13 pelo novo regramento da via interior ao suprimir parte da sua largura atual e sistematizar o estacionamento que serve esta área.

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O Cais da Rua, além de se incluir na intervenção a colocação de cabeços de amarração em ferro fundido sobre o muro do Cais, mantém uma primeira solução aprovada pelas entidades com tutela administrativa.

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Em alternativa consta uma outra solução para o Cais em resultado do consenso colhido junto da comunidade dos Pescadores e Juntas de Freguesia.

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Na área Hotel Porta do Sol haverá um acesso reservado rodoviário contíguo à rotunda, para uso desta unidade hoteleira. O regresso à EN13 está previsto através do caminho a Sul do Hotel que será alargado e que irá encaixar na nova rotunda junto à parte Norte da Mata Nacional do Camarido, para resolver os atuais conflitos rodoviários do cruzamento existente.

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As opções construtivas da proposta são: os pavimentos serão revestidos com betuminoso pigmentado nos passeios, cubo de granito nas passadeiras e áreas de estacionamento, e sempre que possível aproveitadas as guias de granito com reposição de novas sempre que necessário. O pavimento em betuminoso da EN13 aplicado pelas Estradas de Portugal será mantido, por se tratar de uma área muito recentemente intervencionada, havendo casos pontuais de correção, nomeadamente pelas baias para paragem de transportes coletivos e nos casos particulares ao longo do Largo da Feira e Bairro dos Pescadores, de onde resultará o alargamento do passeio, para 4 a 7 metros de largura e que inclui a travessia da ecovia.

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A Ecovia não tem previsto no projeto guarda-corpos exceto na área que se desenvolve em pontão e que fica balançada sobre o rio. Por ser uma zona que suscita inconscientemente alguma sensação de instabilidade se prevê por motivos de segurança a colocação desse elemento.

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Está também prevista a colocação de bancos, papeleiras, smartpoint entre outros elementos de mobiliário urbano.

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Relativamente à Iluminação Pública é de referir que será mantida em termos de localização, sendo os postes existentes ao longo da EN13 substituídos por novos com modelos que permitam o funcionamento de lâmpadas de menor consumo. O passeio e ecovia junto ao rio terão uma solução em LED, rasante ao pavimento, de modo a garantir todas as condições de segurança sem interferir com a emblemática paisagem da foz do rio Minho.

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Ao nível das infraestruturas serão resolvidos casos de urgência da rede pública junto ao Hotel Portas do Sol, Bairro dos Pescadores, travessia subterrânea da EN13, e Estação elevatória junto ao Ferryboat. A localização dos contentores de Resíduos Sólidos Urbanos será sistematizada e está prevista a substituição dos contentores atuais por conjuntos que apresentem outra estética e melhor funcionamento.

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