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Câmara vai dar a conhecer aos caminhenses as propostas para a reabilitação e requalificação do Mercado Municipal de Caminha

13 Outubro 2015
Depois dos comerciantes com espaços de venda no Mercado Municipal, chegou a vez dos caminhenses em geral ficarem a conhecer as quatro propostas para a reabilitação e requalificação do Mercado Municipal de Caminha. As propostas respeitaram as opiniões dos comerciantes e têm em comum o facto de pretenderam reconciliar aquele espaço com as pessoas, com o centro da Vila e com o Rio Minho, fazer dele um polo de atração e dar condições de funcionalidade e conforto aos comerciantes. A sessão de apresentação terá lugar sexta-feira, dia 16 de outubro, pelas 21h30, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha.
Depois dos comerciantes com espaços de venda no Mercado Municipal, chegou a vez dos caminhenses em geral ficarem a conhecer as quatro propostas para a reabilitação e requalificação do Mercado Municipal de Caminha. As propostas respeitaram as opiniões dos comerciantes e têm em comum o facto de pretenderam reconciliar aquele espaço com as pessoas, com o centro da Vila e com o Rio Minho, fazer dele um polo de atração e dar condições de funcionalidade e conforto aos comerciantes. A sessão de apresentação terá lugar sexta-feira, dia 16 de outubro, pelas 21h30, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha.
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As quatro propostas são da autoria de alunos de arquitetura da Escola Superior Gallaecia (ESG) que aceitaram o desafio da Câmara de Caminha e apresentaram soluções para a recuperação de um equipamento construído provisoriamente há 40 anos. 
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Esta é uma solução “low cost”, uma vez que as propostas foram executadas no quadro curricular, enquanto as obras a executar visam dignificar o equipamento e melhorar as suas condições gerais, melhorando também o aspeto exterior, mas não envolverão a demolição. A construção de um mercado completamente novo está prevista no projeto de requalificação de toda a marginal, no âmbito da Polis, mas esta será sempre uma solução cara de demorada. O Município decidiu avançar já com uma intervenção intermédia, não se conformando com a manutenção das condições atuais.
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As propostas em causa foram escolhidos por um júri dos dois organismos. São propostas que incidem sobre o interior e sobre o exterior, uns mais arrojados outros menos. Todos tiveram em conta as opiniões dos próprios comerciantes, conforme o apelo de Miguel Alves: “não comecem a desenhar um novo mercado sem falar com os especialistas”, lembrou o presidente da Câmara Municipal de Caminha na passada quinta-feira, aquando a sua apresentação aos principais interessados. Durante os últimos meses, as equipas de arquitetos portugueses e espanhóis andaram pelo velho Mercado Municipal, fizeram um levantamento exaustivo e falaram com as pessoas: clientes e comerciantes, sobretudo estes. Os arquitetos ouviram as suas preocupações, perceberam as suas angústias, mas também ficaram a conhecer os seus sonhos.
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Caberá agora à população escolher a proposta a executar, através do seu voto. O objetivo do Município é, durante os próximos dois anos, ter pelo menos a obra em execução, senão mesmo terminada. 
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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38