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Câmara vai poupar 10 mil euros/ano com a substituição da iluminação do centro histórico

04 Maio 2015
A Câmara Municipal vai proceder à requalificação da Iluminação Pública na área do Centro Histórico de Caminha, isto é, vai substituir as luminárias e as lâmpadas existentes. Esta intervenção vai custar mais de 100 mil euros e vai permitir ao Município uma poupança de mais de dez mil euros por ano.
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A Câmara Municipal vai proceder à requalificação da Iluminação Pública na área do Centro Histórico de Caminha, isto é, vai substituir as luminárias e as lâmpadas existentes. Esta intervenção vai custar mais de 100 mil euros e vai permitir ao Município uma poupança de mais de dez mil euros por ano. A candidatura já foi aprovada no âmbito da CIM Alto Minho. O Município quer dar também outro dinamismo ao Parque 25 de Abril e pretende criar um Jardim de Inverno, uma estrutura que sirva de espaços multiusos, capaz de "dar vida ao parque". Estas notícias foram avançadas por Guilherme Lagido e Miguel Alves, respetivamente, na última reunião pública descentralizada que decorreu no edifício da Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho, em Vilarelho.

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A Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho acolheu a última reunião pública descentralizada desta primeira ronda. Foram seis os munícipes que quiseram partilhar com o executivo as suas preocupações e desafios. Beneficiação do Parque 25 de Abril, intervenção em várias artérias de Vilarelho e Caminha, florestas e requalificação do Centro Histórico de Caminha foram alguns dos assuntos levados ao executivo.

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O Centro Histórico de Caminha foi um dos temas evidenciados. Guilherme Lagido sublinhou o interesse que o Município também tem em recuperar o casco histórico da vila e deu a conhecer a intervenção que vai ser levada a cabo na iluminação pública no Centro Histórico de Caminha, com o objetivo de melhorar a sua eficiência energética. Esta intervenção resulta de uma candidatura aprovada no âmbito da CIM Alto Minho ao Eixo Prioritário II do Programa Operacional Temático Calorização do Território (PVOT). Assim, iluminar melhor o Centro Histórico a custos mais baixos vai exigir um investimento de 100 mil euros. Trata-se de uma intervenção que vai ser cofinanciada em 85% pelo PVOT, sendo a restante quantia suportada pela autarquia. Interessa ainda salientar que o Município terá de entregar ao Fundo de Eficiência Energética, escalonadamente, um montante de partilha até perfazer 50% do valor de apoio comunitário concedido. Mesmo assim, Guilherme Lagido garante tratar-se "de uma medida aliciante, que nos permite poupar só no Centro Histórico 10 mil euros por ano". A Câmara vai substituir 214 luminárias e as respetivas lâmpadas.

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Para a Câmara dar inicio a esta intervenção falta o parecer final da Direção Regional da Cultura do Norte.

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O projeto para requalificação da Iluminação Pública do Centro Histórico de Caminha foi realizado por técnicos da autarquia e pela Ordem dos Engenheiros Região Norte. Este projeto contempla duas fases. A primeira fase é a que vai ser agora levada a cabo, diz respeito à substituição das luminárias e lâmpadas do Centro Histórico da iluminação pública, e uma segunda fase prende-se com a iluminação dos monumentos. É de realçar que neste concurso apenas foi possível candidatar a primeira fase.

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A falta de dinamização do Parque 25 de Abril, situado também na freguesia de Caminha, foi outro dos assuntos analisados. Miguel Alves assumiu que a dinamização daquele espaço é um desafio para o Município e deu a conhecer quais são os projetos para "dar vida ao Parque". A curto prazo, a Câmara vai abrir um concurso público para "recolocar em funcionamento o espaço comercial". A médio prazo, o projeto ecovia que atravessará o Parque vai dar outra dinâmica ao local e que segundo as palavras do autarca: "a passagem da ecovia evidencia uma nova forma de vivermos o parque". A longo prazo, o parque será alvo de uma intervenção no "seu coração". Há um projeto para transformar a parte em cimento num "jardim de Inverno", isto é, criar uma estrutura que sirva de espaços multiusos.

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Miguel Gonçalves, presidente da Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho, realçou que a marca deste mandato é a capacidade de diálogo e de cooperação entre a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal.

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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38