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Caminha adere ao Projeto Repositório Genealógico Nacional

28 Janeiro 2014
Caminha é o terceiro município do país a aderir à iniciativa Repositório Genealógico Nacional, com o projeto Prossecução da Reconstituição das Comunidades Históricas do Concelho de Caminha. Este trabalho vai ser desenvolvido pela Cooperativa Desafios da Montanha em colaboração com o Município de Caminha e terá a chancela da Universidade do Minho.

Caminha é o terceiro município do país a aderir à iniciativa do Repositório Genealógico Nacional, com o projeto Prossecução da Reconstituição das Comunidades Históricas do Concelho de Caminha. Este trabalho vai ser desenvolvido entre o Município de Caminha e a a Universidade do Minho. Para Miguel Alves, a adesão a este projeto coloca Caminha num lugar cimeiro da investigação científica e "vai permitir às nossas famílias, das nossas freguesias, saberem aquilo que é o percurso de vida das várias gerações".

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O presidente da Câmara, Miguel Alves, reuniu ontem, dia 27, com a coordenadora científica do Projeto do Repositório Nacional, Maria Norberta Amorim e com a coordenadora do projeto por parte do município, Aurora Rego, a fim de chegarem a um entendimento sobre a Prossecução da Reconstituição das Comunidades Históricas do Concelho de Caminha, parte integrante do projeto Repositório Genealógico Nacional.

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O projeto denominado Repositório Genealógico Nacional foi proposto à reitoria da Universidade do Minho e consiste em trabalhar sistematicamente todas as comunidades históricas do país, do qual Caminha fará parte integrante.

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Para Miguel Alves, este projeto é importante porque recua atrás quatro séculos, à procura daquilo que são as raízes das famílias do concelho de Caminha.

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Realça-se que Caminha é o terceiro município a aderir a este projeto. "Este trabalho começou em Fafe e em Torres Vedras e agora em Caminha", sublinhou Maria Norberta Amorim. O presidente da Câmara considera importante o município aderir a um trabalho de âmbito nacional, ou seja, "maior que o seu território, porque sabemos que quantos mais municípios aderirem a um projeto desta valia científica, mas também valia popular, saberemos que este estudo será mais completo e poderemos ir mais longe". Miguel Alves garante que o município está empenhado no desenvolvimento desta iniciativa e vai propor a adesão aos restantes municípios do distrito, "porque assim enriqueceremos o nosso trabalho".

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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38