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Contas de 2015 apresentam taxa de execução orçamental de 87%

14 Janeiro 2016
Pelo menos, desde o ano de 2002 que as contas da Câmara Municipal de Caminha não apresentavam uma taxa de execução tão elevada. Os números provisórios das contas de 2015 do Município de Caminha apresentam um equilíbrio quase perfeito entre a despesa e a receita, estando esta ligeiramente acima do que foi gasto.
Pelo menos, desde o ano de 2002 que as contas da Câmara Municipal de Caminha não apresentavam uma taxa de execução tão elevada. Os números provisórios das contas de 2015 do Município de Caminha apresentam um equilíbrio quase perfeito entre a despesa e a receita, estando esta ligeiramente acima do que foi gasto.

Se em 2014 a taxa de execução já tinha sido boa, na ordem dos 75%, este ano, em virtude de um orçamento mais verdadeiro e mais equilibrado, as contas de Caminha espelham uma grande concretização de projetos tendo sempre por fronteira a receita arrecadada.

Em 2013, último ano de gestão PSD, a execução da receita tinha ficado pelos 67% e a execução da despesa foi superior, na casa dos 71%, num desequilíbrio que teve repercussões no ano seguinte. Agora, como refere o presidente da câmara, Miguel Alves “apresentamos contas racionais, equilibradas e realistas. Vivemos demasiado tempo a inventar receitas que não existiam e a prever investimentos que não se concretizavam. Agora não, apesar da margem de dependência que temos da aprovação ou não de apoios comunitários, temos uma execução orçamental muito elevada porque fizemos previsões verdadeiras”.

Os números apurados até agora são apenas indicativos mas apresentam já dados interessantes. Por exemplo, sabe-se já que a dívida à banca desceu 670 mil euros, o que significa que desde a tomada de posse deste executivo, a dívida bancária desceu 1.4 milhões de euros. “Sei da enorme ambição do Município de Caminha e de cada uma das suas freguesias em fazer obra, apoiar a educação e a cultura, em valorizar o território. Mas sei também que temos, primeiro, que equilibrar as contas que nos deixaram, temos que diminuir a dívida, pagar os empréstimos e os processos judiciais que outros provocaram. A Câmara Municipal tem que ser uma pessoa de bem. Mais desafogados do garrote financeiro que herdamos, teremos condições para fazer mais e fazer melhor. Estamos a dar os passos necessários para estabilizar, a médio prazo, a situação financeira da Câmara Municipal de Caminha que ainda tem a segunda maior dívida per capita de todo o Alto Minho”.


Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38