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Dragagem no Portinho de Vila Praia de Âncora arranca na segunda semana de setembro

27 Agosto 2014
A dragagem de cerca de 50 mil metros cúbicos de areia no portinho de Vila Praia de Âncora vai começar no início da segunda semana de setembro, entre os dias 8 e 9. A garantia foi dada à Câmara Municipal e à Associação de Pescadores de Vila Praia de Â

A dragagem de cerca de 50 mil metros cúbicos de areia no portinho de Vila Praia de Âncora vai começar no início da segunda semana de setembro, entre os dias 8 e 9. A garantia foi dada à Câmara Municipal e à Associação de Pescadores de Vila Praia de Âncora pela Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRNSSM) que realizará a obra, orçada em cerca de 450 mil euros. O diálogo entre as três entidades, nas últimas semanas, permitiu também que os trabalhos sejam orientados em parte pelos pescadores, no que toca aos locais de dragagem.

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O assoreamento do Portinho e a necessidade de uma dragagem são questões que têm vindo a ser debatidas entre Câmara, Associação de Pescadores e tutela, constituindo uma reivindicação permanente das duas primeiras entidades. O Portinho de Vila Praia de Âncora, apesar de ser uma obra de grande envergadura, orçada em vários milhões de euros, tem problemas que se arrastam desde o início, e um deles é o assoreamento, que afeta a atividade piscatória.

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A obra, enquanto qualificação do espaço urbano, foi conseguida, mas o assoreamento progressivo tem levado a uma diminuição das saídas para o mar e, consequentemente, tem provocado prejuízos aos pescadores.

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Desta vez, o Município fez questão de que os pescadores fossem ouvidos convenientemente e a tutela entendeu essa importância. O Município ficou encarregado de elaborar o Plano de Segurança de toda a obra e, no âmbito do diálogo tripartido, ficou também assegurado que a obra será interrompida no dia 11 de setembro, dia em que se realiza a Procissão ao Mar, no âmbito das Festas em honra de Nossa Senhora da Bonança.

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O Município considera que, durante demasiado tempo, ouviu-se pouco os pescadores e essa terá sido uma fragilidade de consequências negativas. Esta dragagem é uma obra fundamental, sendo certo que não resolverá todos os problemas. O Executivo tem consciência, desde o início deste mandato, que o Portinho necessita de dois tipos de intervenção. Uma estrutural e de longo prazo, seguramente mais onerosa, e de uma outra, de curto prazo, que resolva os problemas dos pescadores durante um período tão longo quanto possível. É isto que vai agora acontecer, prevendo-se que os trabalhos tenham uma duração de cerca de duas semanas.

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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38