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ENTRE MARGENS – ENCONTRO DE TOCADORES 2017 JÁ É UMA MARCA DO CONCELHO
O Entre Margens – Encontro de Tocadores encerrou ontem ao som do grupo ‘De outra margem’. Nos últimos dias, Caminha foi a capital da música e do instrumento tradicional. Aqui, estiveram mais de 200 músicos de música tradicional, 8 grupos de bombos; 33 tocadores de cavaquinhos e 25 expositores. O certame ficou ainda marcado pelo extenso programa, pela afluência de visitantes e pelo lançamento do seu logotipo, enquanto marca de Caminha.
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Caminha conta com mais uma marca, o Entre Margens – Encontro de Tocadores. À semelhança do Artbeerfest, também o Entre Margens – Encontro de Tocadores é uma marca que nasceu em Caminha. Uma marca já reconhecida além-fronteiras. Com uma projeção cada vez maior, esta edição superou todas as expectativas, quer ao nível da qualidade do programa e dos músicos oriundos de Portugal, com destaque para os Açores, e da Galiza, quer da afluência de público e de participantes, que segundo a organização é cada vez mais ‘fiel’.
Durante três dias, Caminha abriu as portas dos seus espaços culturais e das suas ruas e praças a tocadores de instrumentos tradicionais de várias gerações, que partilharam, repertórios e técnicas instrumentais, de várias regiões de Portugal, Minho em particular, e da Galiza. De facto, juntou mais de 200 músicos de música tradicional; 33 tocadores de cavaquinhos; 8 grupos de bombos e 25 expositores.
Segundo a organização, as oficinas continuam a ser muito procuradas. Esta edição contou com oficinas de concertina, gaita de foles, violino popular galego e rabeca chuleira, cantos polifónicos de Lafões e pandereteiras, toques de chamarritas, e a oficina de danças: Chamarritas do Faial e do Pico.
Os concertos com o grupo ‘De Outra Margem’, Daniel Pereira ‘Cristo’, Ariel Ninas e César Prata marcaram esta edição. Outro sucesso foram as foliadas e bailes ao improviso. O convívio de Grupos de Cavaquinhos da Ribeira Minho foi outro dos momentos marcantes, já que juntou os grupos de cavaquinhos da Associação Luar do Minho; da Sociedade de Instrução e Recreio Ancorense (SIRA) e da Sociedade Recreativa e Cultura de riba de Âncora (ARA) e ainda da MusicTrad.
A mostra de construtores de instrumentos musicais tradicionais também cresceu. Em Caminha, estiveram 25 construtores oriundos de todo o país e da Galiza. Aqui pudemos ver vários instrumentos tradicionais com destaque para a gaita de foles, viola de arame portuguesa, cavaquinhos, harpa celta, sanfona, precursões e rabecas chuleiras.
O Entre Margens é organizado por PédeXumbo – Associação para a Promoção da Música e da Dança, a Central Folque – Centro Galego Música Popular, Coreto – Associação para a Promoção de Artes e Culturas Tradicionais e Câmara Municipal de Caminha. Conta ainda com os apoios da AGADIC – Axencia Galega das Industrias Culturais, Freguesia de Caminha e Vilarelho, Fundação INATEL e MusicTrad.