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Entre Margens – Encontro de Tocadores quer chegar aos Açores e à Madeira em 2017

06 Junho 2016
Nos últimos três dias, Caminha foi a capital da música e do instrumento tradicional com a realização da III edição do Entre Margens – Encontro de Tocadores. Oficinas, mostra de construtores, palestras, foliadas e bailes ao improviso, concertos, arruadas de gigantones, apresentação de Cd e de livros.

Nos últimos três dias, Caminha foi a capital da música e do instrumento tradicional com a realização da III edição do Entre Margens - Encontro de Tocadores. Oficinas, mostra de construtores, palestras, foliadas e bailes ao improviso, concertos, arruadas de gigantones, apresentação de Cd e de livros. A grande afluência de visitantes e de participantes contribuiu para que esta edição seja a consolidação do projeto. A organização já está a trabalhar na próxima edição, com um projeto ainda mais ambicioso: Madeira, Açores e parte mais a norte da Galiza são regiões a envolver em 2017.  

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O Entre Margens visa promover o encontro entre tocadores de instrumentos tradicionais de gerações distintas, fomentando a partilha de conhecimentos, repertórios e técnicas instrumentais através das diferentes atividades que integram o cartaz. Na realidade, esta edição do certame foi um sucesso quer ao nível da qualidade do programa quer da afluência de visitantes e de participantes.

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Segundo a organização, as oficinas de viola de arame, gaite-de-fole, regueifa e fado à desgarrada, cante alentejano e harmónica de boca e danças mirandesas foram muito participadas. De facto, contaram com participantes oriundos do Algarve, Alentejo, Caldas da Rainha, Bragança e da Galiza.

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Também os concertos com os Galandum Galundaina, Pedro Mestre e Óscar Fernandez e Alba contaram com a praça cheia. Outro sucesso foram as foliadas e bailes ao improviso, que conseguiram cativar as pessoas pela noite dentro. 

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As palestras são outro dos pontos fortes do programa dado o seu elevado interesse técnico. No sábado, contaram com a presença de Carlos Núñes, um dos mais conceituados gaiteiros galegos.

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A mostra de construtores de instrumentos musicais tradicionais contribuiu também para a afirmação deste projeto. Em Caminha, estiveram 22 construtores oriundos de todo o país e da Galiza.

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A organização avança que este é um projeto que tem crescido de edição para edição e que esta terceira é a sua afirmação, isto é, a sua consolidação. A organização já pensa na quarta edição e os objetivos são ambiciosos: quer alargar este projeto de promoção da música, dos instrumentos e da cultura comum aos Açores, Madeira e mais a norte da Galiza.

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Trata-se de uma organização da Câmara Municipal de Caminha e Junta de Freguesia Caminha\\Vilarelho em parceria com a Associação Pédexumbo, a Associação Coreto e Fundação Inatel.

Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38