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Gestão do Cemitério de Caminha vai ser entregue à Junta de Freguesia

02 Novembro 2016
A gestão do cemitério de Caminha vai ser entregue à Junta de Freguesia de Caminha (Matriz) e Vilarelho já em 2017, um reforço de competências que será acompanhado do respetivo envelope financeiro.

A gestão do cemitério de Caminha vai ser entregue à Junta de Freguesia de Caminha (Matriz) e Vilarelho já em 2017, um reforço de competências que será acompanhado do respetivo envelope financeiro. O compromisso foi assumido pelo presidente da Câmara, Miguel Alves, na última reunião descentralizada: "eu acho que as juntas de freguesia fazem melhor essa gestão, esse trabalho de proximidade, numa área que é tão sensível e tão importante para a comunidade".

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O presidente respondia assim a uma das questões levantadas pelo presidente da Junta, Miguel Gonçalves, que reivindicou a gestão do cemitério da sede do concelho, à semelhança do que é já praticado com o equipamento de Vilarelho. Miguel Gonçalves deu conta da intervenção da sua Junta neste cemitério e aproveitou para agradecer às muitas pessoas, mais de quatro dezenas, que compreenderam a necessidade de beneficiar o cemitério e aceitaram mexer nas sepulturas dos seus familiares, possibilitando assim uma obra importante para a freguesia, mas que sem esta colaboração seria inviável.

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Durante a sua intervenção, Miguel Gonçalves fez uma espécie de balanço dos cerca de 14 meses que mediaram entre as duas reuniões descentralizadas relativas a Caminha e Vilarelho. Para o autarca, este período, de pouco mais de um ano, foi extremamente favorável para as suas freguesias e para o concelho em geral, tendo em conta aquele que é o motor principal da economia, o turismo.

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Segundo realçou, "foi notório o movimento na nossa Vila e não só", uma realidade que o autarca relaciona com "um poder público atento" e "uma comunidade atenta". Miguel Gonçalves referiu a importância da agenda cultural e desportiva do Município neste incremento do turismo (de resto confirmado já oficialmente), destacando, entre outras, atividades como o Artbeerfest, Feira Medieval, Meia Maratona, Triatlo de Caminha, Rally de Portugal e Entre Margens. Referindo-se especialmente aos dois últimos, quando ao Rally, chamou a atenção para o enorme impacto, com efeito multiplicador, que não pode ser avaliado no dia do evento. Merecedor de uma avaliação específica, sublinhou, é também o Entre Margens que, não sendo um evento de massas, representa um importante nicho de mercado tanto em Portugal como na Galiza.

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Miguel Gonçalves garantiu estar também satisfeito com o grande investimento realizado na Vila, destacando a nova Biblioteca Municipal, não apenas pelo que representa para a Cultura, mas também por vir qualificar uma zona que estava degradada no Centro Histórico.

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Congratulou-se também com o investimento estruturante que vai acontecer na Escola EB 2/3 Sidónio Pais, de Caminha, de sensivelmente três milhões de euros. O complexo escolar será ampliado, sem prejuízo dos espaços ao ar livre, e dotado de mais 15 salas de aula, sendo duas delas laboratórios.

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Miguel Gonçalves saudou também os resultados do último Orçamento Participativo, destacando o empenhamento e os resultados conseguidos pelos cidadãos Augusto Porto (apoio à pesca) e Célio Martins (intervenção na Rua D. Urraca).

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Entre as preocupações que também elencou, o autarca de Caminha e Vilarelho referiu o Parque de Estacionamento Sidónio Pais, devido à situação que se gerou pela não assinatura de um protocolo com a então REFER, à data a dona do terreno, que salvaguardasse as condições em que o parque de estacionamento contíguo à estação de caminho-de-ferro de Caminha poderia ser usado ou mesmo gerido pelo Município após a realização das obras.

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Recorde-se que a Câmara executou e pagou a intervenção em "espaço alheio" e não salvaguardou quaisquer condições, levando agora a empresa Infraestruturas de Portugal a exigir à Câmara o pagamento de uma renda.

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Miguel Gonçalves dava conta da preocupação da população e comerciantes, que temiam que o parque pudesse vir a ser pago, para compensar a despesa não acautelada pelo anterior Executivo. Miguel Alves tranquilizou o autarca, garantindo que o parque de estacionamento Sidónio Pais continuará a ser gratuito, mesmo que "tudo corra mal" nas negociações em curso com a Infraestruturas de Portugal, recusando assim penalizar a população por mais uma "má surpresa" com que este Executivo foi confrontado.

Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38