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Livro 'O Falcão de Bonaparte' é apresentado na Biblioteca Municipal de Caminha
A editora Opera Omnia e a Biblioteca Municipal de Caminha apresentam no próximo sábado, dia 29, pelas 17h00, o livro O Falcão de Bonaparte, da autoria de Mariana Morais Pinheiro. O livro é publicado, oportunamente, na altura em que se assinalam os 205 anos sobre a Segunda Invasão Francesa pelo Norte de Portugal.
\r\nO livro surge no ano em que se celebram também os 200 anos sobre o fim de uma das mais devastadoras guerras que assolaram o nosso país, a Guerra Peninsular, e traduz-se numa homenagem ao povo que saiu em defesa da pátria. O Falcão de Bonaparte dá especial atenção às vilas e cidades que estiveram sob jugo francês, pois foi nestas localidades que ocorreram alguns dos mais importantes acontecimentos, que marcaram a História de Portugal e do mundo.
\r\nO episódio da defesa do rio Minho pelas tropas portuguesas, instaladas nas margens de Caminha e comandadas pelo general Bernardim Freire de Andrade, aparece retratado no romance como sendo um episódio de extrema importância, que funciona como desencadeador de toda a acção. Não só Caminha venceu, como também dificultou muito a investida do invasor, obrigando-os a deslocarem-se até Chaves e proporcionando tempo às tropas inglesas para que se organizassem e embarcassem rumo a Portugal.
\r\nNo livro surgem ainda retratados episódios como:
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- A conquista de Chaves, tão ferozmente defendida pelos seus habitantes; \r\n
- A batalha de Carvalho d’Este às portas de Braga, cidade onde morreu o general Bernardim Freire de Andrade, debaixo da fúria da multidão; \r\n
- A resistência da população de Amarante, durante 14 dias sob fogo inimigo; \r\n
- As batalhas do Porto, que puseram em confronto as tropas aliadas e o Grande Exército de Bonaparte; \r\n
- E um dos episódios mais negros das invasões francesas: a tragédia da Ponte das Barcas que vitimou milhares de portugueses, a 29 de Março de 1809, há precisamente 205 anos atrás. \r\n
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A algumas das mais carismáticas figuras da História mundial, como é o caso de Napoleão Bonaparte, Soult e Arthur Wellesley, foi aliada a história de um amor proibido entre um tenente francês e uma enfermeira portuguesa. Será através das aventuras e desventuras destas duas personagens, que o leitor irá acompanhar o desenrolar de toda a trama. Em O Falcão de Bonaparte, o leitor poderá encontrar também decretos que incentivavam o povo a lutar contra o invasor; tentativas de conspiração verdadeiras; e algumas estratégias militares usadas nas batalhas.
\r\nNota biográfica da autora: Mariana Morais Pinheiro nasceu em Braga, em 1985. Apaixonada pela imprensa escrita, há mais de uma década que se dedica ao jornalismo e a escrever a tempo inteiro. Começou a colaborar com jornais locais e regionais e estagiou no jornal Público depois de concluir o mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho. Passou pelas redacções do jornal Record, da revista Sábado e do jornal i, antes de emigrar para o Reino Unido em 2012. O Falcão de Bonaparte é o seu romance de estreia.
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