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MANUEL SOBRINHO SIMÕES ABRE CICLO DE CONFERÊNCIAS ‘LIVROS QUE DÃO QUE PENSAR’ EM CAMINHA

03 Maio 2018
Manuel Sobrinho Simões, “o patologista mais influente do mundo”, vai abrir o ciclo de conferências “Livros que dão que pensar”, com a apresentação do seu livro “Os Portugueses”. A iniciativa terá lugar sábado, 5 de maio, pelas 16H00, na Biblioteca Municipal de Caminha. Trata-se de uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Caminha.
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Manuel Sobrinho Simões, “o patologista mais influente do mundo”, vai abrir o ciclo de conferências “Livros que dão que pensar”, com a apresentação do seu livro “Os Portugueses”. A iniciativa terá lugar sábado, 5 de maio, pelas 16H00, na Biblioteca Municipal de Caminha. Trata-se de uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Caminha.

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Manuel Sobrinho Simões é médico, professor universitário jubilado e especialista em cancro. É fundador e diretor do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto. Presidiu à Sociedade Europeia de Patologia e foi votado pelos pares, em 2016, “o patologista mais influente do mundo”.

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“Os Portugueses - De onde vimos, o que somos, para onde vamos” é um livro lançado em novembro de 2017, pela editora Gradiva. Sobre as qualidades deste autor, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa, escreve no prefácio: “Manuel Sobrinho Simões é, há décadas, um servidor qualificado de Portugal. Como investigador. Como universitário. Como Mestre, dentro e fora da Academia. Como líder de centro de excelência nacional e internacional, Como personalidade da cultura (…)”

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Quanto ao livro, na sinopse pode ler-se: “A Europa é uma península da Ásia. A Ibéria é a península na ponta da Europa. Nós, Portugal e Galiza, estamos no extremo mais ocidental dessa península. Pelas leis da genética populacional, deveríamos ser mais homogéneos, mais monótonos em termos genéticos do que os outros povos europeus. E não somos. Pelo contrário. Somos de uma extraordinária diversidade genética porque incorporámos, ao longo de séculos, judeus e berberes vindos de Espanha e do norte de África, porque nos misturámos com árabes, porque tivemos escravatura de povos da África subsariana no nosso país e nas colónias, com uma grande expressão e durante centenas de anos. E também porque fomos através do mar para África, Ásia e América do Sul e de lá voltámos com filhos e, sobretudo, com filhas. Graças a nós e às nossas circunstâncias, temos todos os ingredientes, dos genéticos e ambientais aos socioculturais e tecnológicos, para aproveitar, pela positiva, os tempos difíceis que se vivem na Europa e no mundo. Um livro breve que reflete sobre diversos temas com rigor e eloquência, de um cientista reconhecido nacional e internacionalmente, que dispensa apresentações”.

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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38