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Municípios tomam posição pública contra a privatização da Valorminho
Os presidentes das Câmaras Municipais acionistas da Valorminho - Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira – estiveram hoje, quinta-feira, reunidos nas instalações da empresa, para comunicar publicamente a posição que assumiram contra a decisão do governo de privatizar a Empresa Geral do Fomento (EGF), SA, empresa que detém o capital social do Estado na Valorminho - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA.
\r\nNum comunicado lido por Manoel Batista, presidente da Câmara Municipal de Melgaço, os autarcas destacam a perda de outros serviços públicos essenciais, no Vale do Minho, em áreas fundamentais como a Saúde ou a Justiça. “Somos ameaçados com o encerramento de serviços postais e de finanças e agora até nos querem impor uma alteração estatutária, numa lógica de privatização dos sistemas multimunicipais que contraria a génese e a história dos mesmos”, disse Manoel Batista.
\r\nDe acordo com os presidentes do Vale do Minho estas opções políticas do Governo são “altamente penalizadoras”. Assim, os municípios vão avançar de forma concertada, por todas as vias políticas e legais ao seu dispor, com objetivo de travar o processo de privatização e de alteração dos estatutos da Valorminho. Para o Governo ficou mesmo a mensagem: “assim não… não contem connosco!”.
\r\nRecorde-se que a vontade do Governo é a de privatizar a Empresa Geral do Fomento, que é detentora de 51% do capital social da Valorminho. Os seis municípios acima referidos, além de serem os detentores dos restantes 49% do capital são ainda clientes únicos do serviço prestado pela empresa diretamente nos concelhos que dirigem.