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Plano de toponímia da freguesia de Argela vai ser apresentado em dezembro

27 Novembro 2014
\r\nO plano de toponímia da freguesia de Argela vai ser apresentado no próximo mês de dezembro, realçou Miguel Alves, ontem, no final da reunião descentralizada que decorreu na freguesia: “assim vamos construindo caminho, com o objetivo de criarmos melhores condições para as populações.” \r\n
O plano de toponímia da freguesia de Argela vai ser apresentado no próximo mês de dezembro, realçou Miguel Alves, ontem, no final da reunião descentralizada que decorreu na freguesia: “assim vamos construindo caminho, com o objetivo de criarmos melhores condições para as populações.” A vespa asiática foi outro dos assuntos que dominou a reunião. Não havendo verdadeiramente uma política a nível central de combate à praga, já que o Governo apenas estabelece a responsabilidade dos municípios em locais do domínio público, deixando aos privados a incumbência de resolver o problema nos seus espaços, o Município, consciente da perigosidade que a vespa asiática representa, tem respondido a todas as solicitações, apoiando os munícipes e assumindo os encargos da destruição dos ninhos junto das duas corporações de bombeiros.  
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Argela acolheu ontem ao final da tarde a reunião pública descentralizada do mês de novembro. Os argelenses estiveram em bom número no encontro, para ouvir e dialogar com o executivo caminhense. Esta adesão traduz a importância que estas reuniões têm para as populações, que deixam o aconchego dos lares para interpelarem e ouvirem as explicações dos autarcas. Sobre a importância deste instrumento de participação que as populações têm ao dispor desde janeiro, o presidente da Câmara realçou: “este é o momento onde ouvimos as pessoas e saímos daqui com uma imagem mais clara sobre aquilo que são os anseios dos nossos munícipes”.
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Também Sandra Ranhada, presidente da Junta de Freguesia de Argela, sublinhou a importância destas reuniões ao afirmar que traduzem “um sinal inequívoco de grande abertura”. 
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A reunião de ontem contou com sete inscritos e os assuntos mais visados foram o mau estados das ruas e estrada municipais e a necessidade de arranjos de caminhos, o saneamento, a vespa asiática e a limpeza de bermas e valetas.
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Sobre as várias intervenções focadas pelos munícipes, Guilherme Lagido, vice-presidente da Câmara Municipal de Caminha, salientou que Argela “quer” intervenções de fundo, dando como exemplo a execução da rede de abastecimento de água e da rede de saneamento. Sobre esta matéria, o autarca realçou que o Município tem algumas intervenções previstas no Lugar de Fiais e da Guimbra, relacionadas com a rede de água. Guilherme Lagido também disse que o projeto para a execução da rede de saneamento já existe e desde que existam fundos comunitários disponíveis o Município tentará candidatá-lo.
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Miguel Alves acrescentou que o Município irá “encontrar espaço” para realizar algumas intervenções paulatinamente: “temos vontade de contribuir para que as pessoas da freguesia de Argela tenham qualidade de vida”.
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A presidente da Junta de Freguesia realçou entretanto o trabalho de parceria que está a realizar com a Câmara Municipal no sentido de colmatar as necessidades mais prementes.
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A limpeza das margens do Rio Coura foi outro dos assuntos que dominou a reunião. O vereador com o pelouro do Ambiente reiterou em Argela a vontade do Município em colaborar e realçou que irá solicitar uma reunião com a Agência Portuguesa do Ambiente com o objetivo de obter a autorização para se proceder à intervenção nas margens do Rio, porque esse é um imperativo que não é possível contornar. 
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O problema da vespa asiática também fez parte da agenda desta reunião, Guilherme Lagido explicou que os seus efeitos são nefastos para a segurança de pessoas e bens e para a biodiversidade. Não obstante a sua perigosidade, o autarca salientou que de acordo com a política do Governo, a destruição de ninhos em propriedades privadas é da responsabilidade de privados e em espaço público é que é da responsabilidade do Município. Contudo, apesar do Município não ter responsabilidade num plano alargado, esta é uma questão que preocupa o executivo: “estejam alerta e sempre que detetem um ninho comuniquem à Câmara Municipal e às Associações de Bombeiros”, disse o autarca. 
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Sobre esta matéria, o vereador acrescentou ainda que o Município paga aos Bombeiros sempre que estes são chamados a intervir e informou que comparativamente aos municípios de Viana do Castelo e de Ponte de Lima, o de Caminha é o que faz um maior investimento na destruição de ninhos de vespa asiática.
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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38