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“Um livro, uma conversa e às vezes um filme” apresenta “Outonecer” de Júlio Machado de Vaz
“Um livro, uma conversa e às vezes um filme” vai apresentar o livro “Outonecer”, a mais recente obra de Júlio Machado de Vaz, no dia 16 de maio, pelas 18H00, na Biblioteca Municipal de Caminha. A sessão conta com a apresentação de Isabel Menezes e Manuel Sobrinho Simões. A entrada é gratuita.
Júlio Machado Vaz dispensa apresentações. É uma figura pública conhecida do público em geral e, dos caminhenses em particular. Não é a primeira vez, que o concelho de Caminha o recebe, como psiquiatra e autor.
Com uma longa carreira, Júlio Machado Vaz destacou-se na área da psiquiatria e sexologia; foi uma presença regular em programas de rádio e televisão, abordando temas como relações, emoções e comportamento humano e tornou-se um autor reconhecido, com várias obras dedicadas ao amor, à vida e à condição humana.
“Outonecer”, o mais recente título de Júlio Machado Vaz. É um livro de cariz confessional, poético. É um hino à vida e um lembrete de que o outono chega depressa e é urgente viver todas as estações.
Depois do sucesso de “O Amor É” e “À Escuta dos Amantes”, aos 75 anos, o médico psiquiatra e professor universitário que tantas vezes ouvimos falar sobre amor, vira agora o olhar para dentro.
“Outonecer”, escrito com a mestria de quem viveu muito e pensou ainda mais, parte do envelhecimento — e do medo que este traz — para se tornar uma afirmação da alegria de ainda se estar vivo.
Mais do que uma reflexão sobre o envelhecer, “Outonecer” é um exercício de lucidez, um gesto de partilha e um lembrete de que o tempo corre — e de que é urgente viver.
Na sinopse pode ler-se: “Escrito em tom confessional, “Outonecer” é poesia e lucidez, introspeção e partilha. Neste novo livro, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, que nos habituámos a ouvir falar de amor, brinda os leitores com uma reflexão que parte do envelhecimento e do medo que este provoca («Sei que se aproxima, passo a passo; sei que não há fuga possível; sei que um dia me tomará nos braços para um volteio sem regresso»), mas se transforma num hino a todas as estações do ano («Sei que não sou eterno. Mas hoje ainda estou vivo, lúcido e capaz de amar»).
Entre o passado, o presente e o futuro, Júlio Machado Vaz partilha as memórias dos que já não estão, o amor pelos filhos e os netos, os animais que também são família («a minha vida teria sido tão mais triste sem eles e o seu afeto»), a amizade, as viagens e a música (e também o medo dos diagnósticos médicos…), sem esquecer a atualidade política, o estado do mundo, a sexualidade e até a inteligência artificial.
E, apesar da «precariedade» que envelhecer traz, «as boas recordações fazem fila: a primeira canção dos Beatles, o primeiro beijo, o Douro, o desejo do país mais justo exigido por Sophia».
Neste “Outonecer”, que nos convida a olhar para dentro, é o amor, nas suas mais diversas formas, que vence o medo, como um lembrete de que o Outono chega depressa e é urgente viver todas as estações”.
A organização é do Município de Caminha, em parceria com os Amigos da Rede das Bibliotecas de Caminha.