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Vinte meses de grande investimento em Lanhelas estão a melhorar a vida das pessoas e a qualificar os espaços públicos

19 Junho 2015
Miguel Alves e Rui Teixeira acompanharam ontem a presidente da Junta de Freguesia numa visita de trabalho por Lanhelas. Entre iniciativas locais e obras realizadas em parceria ou por iniciativa da Câmara Municipal, a verdade é que há progressos óbvios e desenvolvimento à vista. No final, o presidente da Câmara fazia um balanço positivo: “em 20 meses de trabalho é visível a sintonia que existe entre a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia e a população. Têm sido 20 meses de grande investimento em Lanhelas, seja em obra menos visível como a remodelação das condutas de água e saneamento, seja em investimento de grande porte como no caso da primeira fase da ecovia ou do campo de futebol”.
Miguel Alves e Rui Teixeira acompanharam ontem a presidente da Junta de Freguesia numa visita de trabalho por Lanhelas. Entre iniciativas locais e obras realizadas em parceria ou por iniciativa da Câmara Municipal, a verdade é que há progressos óbvios e desenvolvimento à vista. No final, o presidente da Câmara fazia um balanço positivo: “em 20 meses de trabalho é visível a sintonia que existe entre a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia e a população. Têm sido 20 meses de grande investimento em Lanhelas, seja em obra menos visível como a remodelação das condutas de água e saneamento, seja em investimento de grande porte como no caso da primeira fase da ecovia ou do campo de futebol”.
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Josefina Covinha começou por mostrar ao presidente Miguel Alves e ao vereador das Obras Públicas, Rui Teixeira, o trabalho que está a ser desenvolvido na sede da junta, quer com os mais novos, onde a hora do conto tem lugar marcado e memória, com a exposição de motivos alusivos às histórias infantis que ali já foram contadas, quer com os menos jovens.
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O andar superior do edifício também funciona como ateliê de costura. Josefina Covinha desvendou alguns dos “segredos” dos fatos que estão a ser confecionados para a Feira Medieval e que ocupam serões animados de gente da freguesia, mais velha, que nestas atividades encontra também um espaço de convívio.
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Motivação e capacidade de iniciativa 
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O dinamismo da autarca local é percetível no entusiasmo com que apresenta pequenas e grandes obras e está bem presente no tom escolhido para as “reivindicações” com que confrontou o presidente. A Rua da Liberdade, espaço central da freguesia, é um exemplo. Josefina Covinha está determinada em valorizar a artéria, mesmo ali, no centro de Lanhelas. À Câmara pediu que seja feito um levantamento, pretende informação técnica que lhe permita agir. Miguel Alves ouve e comenta a capacidade de iniciativa e a determinação da presidente da Junta, que não se limita a pedir à Câmara para fazer esta ou aquela obra, mas que toma a iniciativa e não se resigna a esperar por uma oportunidade.
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Com orgulho, Josefina Covinha mostra várias intervenções ao nível das águas pluviais, assim como a presa do lugar de Freijoal, que depois de limpa já não inunda o espaço circundante. São pequenas grandes intervenções que, embora com pouca visibilidade, melhoram significativamente a vida das pessoas e honram o compromisso da autarca. 
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Da mesma forma, os corrimões junto à capela e ao cemitério parecem pormenores, mas graças à sua instalação, cidadãos com mais idade e menor capacidade de mobilidade já podem aceder aos locais com mais facilidade e segurança. A autarca percebeu esta necessidade, foi sensível, e agiu. Ao lado, o Caminho da Ramalhosa também já não tem problemas de águas e foi pavimentado. 
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O espaço circundante ao Cruzeiro da Independência, imponente lá do alto, está também limpo e arranjado, pronto para piqueniques e passeios, porque Lanhelas é um excelente local para lazer e para visitar também no seu interior, porque a vista lá de cima é simplesmente deslumbrante.
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Décadas de problemas estão resolvidos
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Lanhelas, como qualquer freguesia, tinha e ainda tem problemas maiores, que exigem investimento e vontade. Muitos terão ainda de ser resolvidos mas há alguns que já foram solucionados. É o caso do Caminho do Serradouro, uma dor de cabeça para os moradores e um espaço público que permaneceu desqualificado durante décadas. Isso acabou, com a intervenção da Câmara e um investimento um pouco inferior aos 20 mil euros.     
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“Temos que ser honestos: nos últimos anos, Lanhelas nem sempre mereceu a atenção que merecia por parte da Câmara Municipal de Caminha. Dou sempre o exemplo o Caminho do Serradouro: durante décadas, as pessoas do Lugar do Couto pediram uma solução para uma rua sem as condições mínimas de pavimentação e fornecimento de água e saneamento. O assunto impressionava-me antes de ter sido eleito e agora pude resolvê-lo como assumi com as pessoas: o Caminho do Serradouro foi qualificado, o pavimento está impecável, as condutas subterrâneas foram substituídas e a freguesia está contente. Fizemos o nosso trabalho”, comentou a propósito o presidente da Câmara.
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Grandes obras em curso
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A visita pela freguesia incluiu naturalmente as duas grandes obras em curso. A ecovia e o campo de futebol. Uma e outra decorrem a bom ritmo. Os autarcas, acompanhados de técnicos do Município e das respetivas empresas que estão a proceder aos trabalhos inteiraram-se do andamento. Aqui e ali, a população abeirou-se interpelou, quis saber pormenores. 
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A primeira destas obras visitada foi a da empreitada “Construção do Campo de Futebol de Lanhelas”. No local do velho campo está a crescer um espaço magnífico. Esta é uma grande aposta no desporto e na freguesia e só foi possível porque a Câmara agiu com rapidez e determinação, conseguindo fazer aprovar a candidatura pelo ON.2, aproveitando os últimos fundos comunitários e o que terá sido, porventura, a última oportunidade, que não se vai repetir, uma vez que no próximo quadro não há verbas para equipamentos desportivos. 
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Recorde-se que a “Construção do Campo de Futebol de Lanhelas” foi aprovada pela Comissão Diretiva do ON.2. O custo total é de 898.085,53 euros. O investimento elegível é de 652.000,01 euros e vai ser comparticipado em 85% pelo FEDER, sendo o restante montante da responsabilidade do Município de Caminha. 
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Já no final da ronda pela freguesia, o grupo desceu para apreciar, junto ao Rio Minho, a evolução dos trabalhos da empreitada ecovia Caminho do Rio Minho, uma obra que vai ligar Seixas a Lanhelas. 
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Como é público, a ecovia Caminho do Rio Minho está orçada em 434, 607.26 euros. Trata-se de uma obra cofinanciada em 85% pelo ON.2, sendo a restante verba assegurada pelo Município de Caminha.
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No total, a ecovia terá aproximadamente 3,7 quilómetros e engloba a construção de dois troços: um em Seixas e um segundo em Lanhelas. Depois de Seixas, a obra centra-se agora em Lanhelas, num troço com cerca de 1,7 km, que começa no cais do Esqueiro e segue no sentido Norte por caminhos agrícolas. 
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Conteúdo atualizado em18 de junho de 2018às 17:38