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CA VILAR DE MOUROS Cartaz completo e horários dos espetáculos nos cinco dias
The Molotovs, Tom A. Smith, The Lilacs, The Covasettes, Sydney Ross Mitchell, Rudeboy Plays Urban Dance Squad ft. DJ DNA, MONSTRO e Travo juntam-se aos já anunciados YUNGBLUD, Dropkick Murphys, Kasabian, Ben Harper & The Innocent Criminals, Body Count ft. Ice-T, KAISER CHIEFS, KALEO, PRESIDENT, The Hives, Skindred, Cabaret Voltaire, Ugly Kid Joe, Kula Shaker, War, Lambrini Girls, Less Than Jake, Marky Ramone, Fishbone, The Lathums, Triggerfinger e Grade 2.
The Molotovs, uma das mais promissoras bandas jovens do Reino Unido, sobem ao palco no primeiro dia do Festival. Conhecidos pela sua energia em palco e atuações intensas, partilharam o palco com artistas como The Libertines, The Sex Pistols, Adam Ant e Blondie ainda na adolescência, além de terem recebido o apoio dos Green Day. Após um ano marcado por digressões e festivais, incluindo o Isle of Wight Festival e uma tournée europeia com os iDKHOW, a banda reúne todas as condições para se afirmar definitivamente em 2026.
Com 22 anos, Tom A. Smith já construiu um percurso notável, com atuações em festivais como Glastonbury e Leeds, e concertos ao lado de artistas como Sam Fender, Elton John, Miles Kane e Catfish and the Bottlemen. Começou a tocar guitarra aos quatro anos e rapidamente se destacou pela composição e presença em palco. Além da música, integra o elenco do filme Ebony McQueen, onde interpreta Dave Stewart (Eurythmics), consolidando o seu estatuto como um dos talentos mais versáteis da nova geração britânica. O artista atua também no primeiro dia do Decano dos Festivais da Península Ibérica.
Os The Lilacs, oriundos de Wigan, são uma banda britânica de indie pop conhecida pela sua energia contagiante que prometem levar a Vilar de Mouros no dia 20 de agosto. Em poucos anos, passaram dos pequenos palcos locais para concertos esgotados em salas como a O2 Ritz, em Manchester, e atuações em festivais como o Isle of Wight. Com milhões de reproduções no Spotify e forte apoio de rádios como a Radio X e a BBC Radio 1, a banda traz a Vilar de Mouros a maior digressão da sua carreira, onde apresentará o novo EP The 395 (To Forever), consolidando a sua crescente popularidade.
Também hoje anunciados para o dia 20, os The Covasettes são uma banda de indie formada em Manchester que, em poucos anos, conquistou um lugar de destaque na cena britânica. Com milhões de reproduções nas plataformas de streaming, concertos esgotados e atuações em festivais como Truck, Tramlines e Y Not, o grupo também já partilhou o palco com bandas como The Sherlocks e Sundara Karma. A sua sonoridade combina melodias cativantes, letras emotivas e uma forte energia ao vivo, consolidada por uma bem-sucedida digressão pelo Reino Unido e pela estreia em festivais europeus.
Já Sydney Ross Mitchell reclama o palco ao quarto dia, 21 de agosto. A cantora e compositora norte-americana combina as suas raízes country com uma abordagem contemporânea e intimista. Depois de se mudar do Texas para Nashville e, mais tarde, para Los Angeles, destacou-se pela capacidade de transformar emoções em canções marcantes. Após o sucesso do EP de estreia Pure Bliss Forever, lançou o segundo projeto, Cynthia, continuando o seu crescimento e afirmando-se como uma das jovens artistas emergentes mais auspiciosas da música americana.
A banda MONSTRO é composta por Gonçalo Ferreira e Isaac Oliveira, que constroem um universo que vive entre o sonho e a vulnerabilidade, entre a ternura e a tempestade. Inspirado na pureza emocional e na riqueza sonora do pop rock dos anos 60, as suas harmonias evocam a tradição clássica do género enquanto subtilmente se abrem para ambientes psicadélicos e melodias que oscilam entre a doçura etérea e a desilusão luminosa. Apresentam o seu álbum de estreia, “Unborn Love”, no quarto dia do Festival.
O dia final traz uma surpresa aguardada pelos muitos fãs de Urban Dance Squad, que após aguardarem quase duas décadas desde a separação, têm agora a oportunidade de ver o regresso de Rudeboy aos palcos, com um concerto que reúne temas dos cinco álbuns da banda, acompanhado por DJ DNA, também membro fundador do projeto oriundo dos Países Baixos. Depois de uma bem-sucedida digressão por vários países europeus, o Rudeboy apresenta um espetáculo que celebra o legado de uma das bandas mais influentes do rock, rap e funk alternativo. O espetáculo que levam ao último dia do CA Vilar de Mouros faz parte de uma minidigressão que passa por festivais selecionados.
Também no derradeiro dia atuam os TRAVO, um quarteto português de Braga e do Porto que combina psicadelismo intenso com a energia crua do garage rock. Desde o lançamento de Sinking Creation (2022), a banda tem conquistado palcos nacionais e internacionais graças aos seus concertos explosivos e envolventes. A sua sonoridade cruza influências de psych, prog-rock, garage e thrash metal, criando uma identidade única. Com o mais recente álbum, Astromorph God, e uma edição internacional pela Spinda Records, os TRAVO consolidam-se como um dos nomes mais marcantes do rock psicadélico português.
O CA Vilar de Mouros terá lugar nos dias 18, 19, 20, 21 e 22 de agosto de 2026.
A edição de 2026, organizada pela Surprise & Expectation, continuará a contar com a dedicação empenhada do Município de Caminha e da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, fruto do reconhecimento do impacto positivo e do valor acrescentado à região.
Igualmente imprescindível é a parceria com o Crédito Agrícola, iniciada na edição de 2023 e que se mantém em 2026. Pelo quarto ano consecutivo, o grupo financeiro mantém-se naming sponsor do Festival CA Vilar de Mouros.
Os bilhetes diários encontram-se à venda em BOL.pt pelo valor de 55€, bem como os passes de 4 e 5 dias por 130€ e 160€, respetivamente.
Os Passes de 4 e 5 dias incluem acesso gratuito ao campismo, mediante capacidade do espaço. Estará também disponível um bilhete diário para campismo, que poderá ser adquirido na bilheteira local do Festival, pelo preço de 5€.
Estas são as novidades da edição de 2026 do Festival CA Vilar de Mouros, que promete cinco dias inesquecíveis e que continua a honrar o Decano dos Festivais da Península Ibérica.
Isto é Vilar de Mouros!